quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Inspiração sonoturna

Com direito a licença poética cassada, lá vai mais um texto sem pé nem cabeça... ou não...
(frase suprimida) (essa nova mania vai ser boa... melhor que os colchetes!)
Eu estava desesperado atrás de algo pra respirar quando percebi que não tinha jeito. A esgotável fonte de bobagem havia se exaurido.
Foi nesse sublime momento que eu me deparei com o google, o novo pai dos burros (ou produtor em escala mundial de sabedoria superficial, você decide...). Mais importante que o próprio google, deparei-me com a famosa "ferramenta de idiomas" do google (quando a parte é mais importante que o todo... essa frase parecia fazer sentido antes...). Comecei a brincar com o francês-português, português-francês, etc., aquilo que todo mundo faz quando está entediado (eu realmente acredito que 95% da população global joga Copas nos momentos de tédio... eu ia dizer também que acredito em avestruzes voadores, mas me pareceu muito plausível...). O fato é que o tradutor começou a me surpreender, construindo frases que faziam mais sentido que esse texto inteiro... tentei apelar inventando frases no subjuntivo, mas a máquina continuava ali, coerente.
Já estava me dando por vencido, lembrando do #FAIL no twitter (se você tinha esquecido, ou não se importa, ou qualquer uma das 30 alternativas anteriores, dá uma olhada ali no canto superior direito... ganha do blog em periodicidade e burrice...) quando o google decide resolver todos os meus problemas de uma vez só... sim, eu acho que isso merece um parágrafo dramático... aí eu lembrei que fazer piadas em francês pode não ser uma boa idéia, principalmente se as pessoas forem usar o tradutor do google pra verificar depois... ou talvez elas devessem mesmo usar o tradutor...

(adição posterior) O texto ficaria ótimo se acabasse aqui, mas eu tinha que continuar...

Enfim, foi justamente quando o señor Ricardo Queso começou a cantar Creep que eu comecei a escrever esse parágrafo...
Então eu escrevi "Se ele não encontra em francês, ele manda em inglês!" [Eu tinha escrito "pegadinha do malandro!" antes e ele retornou "blague drôle!"; mas quando eu apaguei "do malandro", ele retornou "junkie!" (nota: se você escrever Malandro com maiúscula, ele retorna "Trickster prank!"... e se escreve Mallandro com dois ll, ele retorna "prank Mallandro!"...)]. Aí o google respondeu a pérola da semana: S'il est en français, il envoie en anglais!"!! basicamente a tradução do google diz "Se está em francês, ele envia em inglês!"!!

Estou muito arrependido de terminar esse texto, mas depois que eu vi a aba "gerar receita" ali em cima, tudo perde o sentido... no dia em que eu começar a utilizar essa coisa eu vou parar de escrever, com certeza...

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Sim!?

Era uma vez um cara hétero de 24 anos.
Graças a sua preguiça crônica, ele estava sempre sem dinheiro e procurando alguma coisa pra estudar.
Era tbm um ser anti-social q adorava uma desculpa pra sair de casa.
Como se não bastasse, era muito eloquente no meio de suas contradições.
O começo do fim.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

De volta para o futuro II

Não sei se jah utilizei esse título antes, então vai um II por via das dúvidas... o post tbm é de segunda e não vai fazer nenhuma cesta (há controvérsias, já q o sol nasce em 2 horas...)
Se alguém perguntar, digam q não consegui ver Bruno ainda, e q tbm não prossegui com a leitura do livro Quando Nietzsche Chorou. Obviamente larguei mão das críticas, só espero terminar algum dia essas duas q já tinha começado.
Incidentalmente, a vida real parece mais distante justamente agora q colei grau. Sim, o reitor disse as palavras mágicas "eu lhes outorgo o grau de tecnólogo" e alakazan! só mais 15 anos até o diploma sair oficialmente... mas quem precisa de diploma qndo se tem mil e uma declarações? eu diria mais: pq eu preciso de um diploma? meu processo seletivo só envolve uma prova... ah tá. a prova é diferente. O salário tbm. Minha voz era a mesma, mas os cabelos, quanta diferença!
E só pra não me tacharem de vagabundo cachaceiro, tenho mais duas declarações a fazer: primeiro, eu li dois outros livros no período; Drácula, de Bram Stoker (muito bom) e Maigret Tend un Piège [sim, em francês. algo como Maigret (um detetive, personagem famoso do escritor belga Georges Simenon) Tem ("Prepara") uma Armadilha]. Segundo e último, não sou cachaceiro, até pq estou sem dinheiro pra beber...

P.S. 1: Eu (re)comecei espanhol tbm...
P.S. 2: Tava sentindo falta dos meus colchetes...
P.S. 3: Eu preciso reaprender a terminar um texto; uma conclusão seguida de 20 post scriptum não é exatamente uma conclusão...
P.S. 4: pra bom entendedor, meio período de PS basta...

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Apartes à parte

Pois é, no meu último post eu pedi sugestões para escrever críticas. Podia ser livro, filme, outro blog, etc. Recebi algumas sugestões, e comecei a trabalhar em todas... Comecei é a palavra certa, já que faz quase um mês que eu não digo nada aqui...
A primeira sugestão foi de Tatiana Rezende. Ela pediu pra eu falar sobre "Bruno", segundo do filme do Sacha Baron Cohen. Pra ser sincero eu ainda não consegui ver o filme inteiro: eu tinha feito o download do dito cujo, mas achei horrível e parei de ver na metade. Depois de usar o cérebro por uns minutos hj, eu percebi q tenho q terminar minha tarefa. Tbm percebi q o filme não é tão ruim assim, talvez o grande problema estivesse na minha expectativa. Só pra não dizer q não falei de flores, deixo aqui algumas considerações iniciais.
O filme mostra Sacha Baron Cohen interpretando Bruno, um repórter gay que perde tudo após um incidente num desfile de moda. Para tentar recuperar sua posição, Bruno viaja o mundo atrás de fama e sucesso. Se o enredo já parece um tanto insólito, ainda mais bizarra são as imagens do filme, q apela bastante para pornografia, racismo e escatologia.
Até aí nenhuma novidade: se vc viu Borat, por exemplo, já sabia o q esperar. Importante aqui é a crítica ao mundo fashion, entre outras coisas. De fato, assim como Borat criticava o American Way of Life, Bruno faz essa mesma crítica ao mundo das celebridades...
Como eu disse antes, eu ainda não terminei de ver o filme, então fica só essa pincelada (mais q superficial) pra começar. Logo, logo a segunda parte dessa crítica e tbm um texto sobre o livro "Quando Nietzsche Chorou", sugestão de outra leitora (que eu prefiro não identificar, já q eu não sei se ela quer ser identificada... A Tatiana fez um comentário público com o nome dela, então acho q ela não se incomoda com a citação...)

domingo, 9 de agosto de 2009

Chove, chuva

Como promessa é dívida, choveu...
Infelizmente, a verdade é um tanto insossa e eu somente passeei a manhã inteira de bicicleta... quem disse q a realidade não tem suas vantagens?
Minha alma está encharcada, mas esse é só um pequeno detalhe...