Falando em considerar, considere isso um trabalho acadêmico em execução (isto é, sentença de morte...)
"São pensamentos soltos, traduzidos em palavras" como diria Johnny Quest (quase!)...
Campo do discurso = condições de produção!?
memória discursiva = interdiscurso (aquilo que está como base do discurso, MAS não tem 'identidade'). A famosa memória do esquecimento...
"Você se torna doutor quando as pessoas acreditam que você está apto a utilizar memória discursiva como argumento..."
"Ideologia, eu quero uma pra entender..."
O interdiscurso delimita as condições de produção possíveis (!?)
O discurso envolve sujeitos (que emitem o discurso, mas que tem em si uma determinada formação) e (produção de !?) sentidos.
Sentenças entre aspas terminadas em reticências são culpa única e exclusiva do notívago que vos escreve; A outra é responsabilidade do Johnny Quest (não, não não!!!...) (não exatamente...)
P.S.: Como eu gosto de parênteses (deveria ter aberto um parênteses pra dizer isso...)! Ah, tem uns pare(^)nt(es)es legais também...
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Trabalhando
Vinda de mim, essa afirmação é incomum. Raramente sinto-me preocupado o suficiente para dizer tal blasfêmia...
Mas semana passada foi diferente. E hoje tudo está acabando (ou começando, depende do ponto de vista acadêmico...).
Meu corpo ainda não entendeu q eu trabalho (no sentido laborial da palavra...) das 8 às 12 (da madrugada), mas isso é culpa em grande parte do meu cérebro. De qualquer forma, durmo das 4 às 7 (nas noites longas), e qndo a morte me ameaça, durmo tbm das 15 às 19...
Mas essas foram as duas últimas semanas, daqui pra frente, tudo vai ser... igual...
ou não
Aí vem a pergunta: algum dia você já fez alguma coisa de fato? pois é, teve um ano em que eu ia pra faculdade de manhã e pro trabalho a tarde. Eram 11 horas verdadeiramente recheadas, mas eu não reclamava. Vai ver o trabalho mental era mínimo...
Ao fim e ao cabo, não levem meu texto ao pé da letra. Não o encarem como uma reclamação: vejam-no como uma síntese cansada de quem não dormiu. Estou feliz. Quase uma Polyanna, se é que pollyana sorria de tudo e não reclamava de nada. Não li pollyana, só sei q ela era muito positiva (tinha o jogo do contente tbm...). Talvez tenha sido a primeira autora de auto-ajuda...
Mas semana passada foi diferente. E hoje tudo está acabando (ou começando, depende do ponto de vista acadêmico...).
Meu corpo ainda não entendeu q eu trabalho (no sentido laborial da palavra...) das 8 às 12 (da madrugada), mas isso é culpa em grande parte do meu cérebro. De qualquer forma, durmo das 4 às 7 (nas noites longas), e qndo a morte me ameaça, durmo tbm das 15 às 19...
Mas essas foram as duas últimas semanas, daqui pra frente, tudo vai ser... igual...
ou não
Aí vem a pergunta: algum dia você já fez alguma coisa de fato? pois é, teve um ano em que eu ia pra faculdade de manhã e pro trabalho a tarde. Eram 11 horas verdadeiramente recheadas, mas eu não reclamava. Vai ver o trabalho mental era mínimo...
Ao fim e ao cabo, não levem meu texto ao pé da letra. Não o encarem como uma reclamação: vejam-no como uma síntese cansada de quem não dormiu. Estou feliz. Quase uma Polyanna, se é que pollyana sorria de tudo e não reclamava de nada. Não li pollyana, só sei q ela era muito positiva (tinha o jogo do contente tbm...). Talvez tenha sido a primeira autora de auto-ajuda...
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