segunda-feira, 28 de julho de 2008

Algo de muito velho

Em homenagem a mudança de holly (e tbm pela completa falta de vontade...), indicarei hj uma releitura.
Texto originalmente publicado em outubro de 2006, com direito a um comentário pertubador...
Clique aqui e seja... simplesmente seja...

domingo, 20 de julho de 2008

Metamorfo

Há 2 anos e meio eu mudei. Durante esse período, mudei muito.
Daqui uma semana, mudarei de novo. O q me lembra o título do primeiro post deste blog: "algo de velho"...
Não só mudo de endereço como de profissão. Até o começo do mês, eu era um funcionário público q morava sozinho numa casa alugada no centro de Curitiba. Daqui uma semana, tornarei-me um estagiário q mora com a mãe e a irmã no subúrbio. Curiosamente, há 2 anos e meio, eu era mais ou menos isso...
E como eu avalio esse "retorno" por enquanto? um grande progresso...
Se eu tivesse q acrescentar algo mais nesse post, eu diria q todos os outros blogueiros q eu visito estão meio pra baixo, mas como eu não tenho q acrescentar nada...

sábado, 12 de julho de 2008

Ser ou não ser, eis o plágio

O título deveria ser só "ser ou não ser", mas ficaria tão ridículo e batido q resolvi acrescentar algo mais; no fim das contas, o texto só tem ligação com a primeira parte mesmo...
Eu estava lendo Holly (eu recomendo) hj e algo muito estranho me veio a cabeça. Vc pode acreditar em Deus ou não, ser católico ou evangélico. Ok, isso é problema seu, e vc deve respeitar as diferenças. Será?
E se vc for vegetariano? Olhe q coisa engraçada... Se vc acredita ou não num pós-vida, quem vai ter problemas ou não é vc. Tudo bem q, a princípio, vc deve difundir "a palavra" caso acredite nela, entretanto não tem q simplesmente esquecer os q não acreditam e não escutam. Ainda "a princípio", vc deve respeitar as diferenças. Ter pena da humanidade é uma coisa, mas fazer o certo pra vc mesmo é o mais importante. Se vc for vegetariano, não é bem assim. O problema não é com as outras pessoas, é com toda uma outra raça de seres. E se vc "simplesmente" fizer sua parte, não vai adiantar. De certa forma, vc não pode respeitar um "onívoro". A salvação não é pra si próprio, é para outrem.
Quer um argumento um pouco pior? se vc for onívoro, tanto faz! vc pode respeitar um vegetariano, pra vc não interessa se ele come carne ou não. Não há problema se um animal a mais ou a menos foi sacrificado pra alimentar uma pessoa a mais ou a menos...
Pra fechar esse raciocínio, eu só queria colocar q não apoio uma matança desenfreada de animais para simples consumo humano. No entanto, eu tbm não vejo nada de errado num manejo sustentável. Talvez eu até pudesse justificar a necessidade humana de carne como natural.
O q eu faço agora se alguém tentar me convencer de q eu não devo comer carne? Digo pra ele q vou continuar comendo carne, mas se ele vier me matar qqer hora, em represália, tbm não tem problema!?

Complemento em 13 de julho, às 16:00 - Dei uma relida no texto, e acho q não consegui passar exatamente a idéia q eu queria. Eu gostaria de mostrar q, às vezes, não basta simplesmente acreditar em algo, vc tem q lutar e mudar a concepção das outras pessoas tbm. A última frase é uma espécie de ironia, demonstrando q eu entendo e respeito a luta de um vegetariano, mas q isso em si não basta e nem poderia bastar para o vegetariano de verdade. A grande questão seria essa: como tentar convencer os outros de algo q eles não querem ser convencidos sem gerar um "mau" conflito? exemplificando um pouco: vc e seu amigo tem idéias completamente divergentes, e ambos entendem perfeitamente o lado em q o outro está. Porém, para um dos lados, não basta simplesmente q o outro entenda. Até por uma questão de coêrencia ideológica, vc PRECISA q o outro MUDE de opinião e/ou comportamento.
Se vc e sua namorada torcem pra times diferentes, não há necessidade de um ou outro mudar de time. Agora, se meu colega de classe acredita q a guerra e a destruição são a solução para a paz mundial, eu preciso não só q ele aceite minha posição em relação a paz, mas q tbm mude de lado, e promova essa paz, em detrimento dos conflitos destrutivos...

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Sexta-feira pagã

Ainda q involuntariamente, meu blog está tomando uma frequência semanal. Eu não consigo escrever todo dia, mas se for pra atualizar menos q uma vez por semana, vale mais a pena manter um arquivo de Word...
Anyway, algumas pessoas não desistiram ainda da minha famosa (!?) auto-depreciação regada a sarcasmo e ironia, com uma pitada de piadas sem graça, e é por isso q eu continuo aqui. De fato, talvez elas só estejam aqui por q eu peço quase de joelhos para q elas voltem, mãs... (não me entendam errado; continuem lendo e, se possível, apreciando. Eu gosto e preciso disso.)
Fazendo uma ligeira comparação com outros blogs, eu percebi q o meu é, de longe, o mais inútil e impessoal. Inútil porque eu não comento quase nada de importante, e impessoal pq eu pouco falo sobre a minha vida. É claro q diversão é importante, e partindo do pressuposto de q sou eu quem escreve, nada poderia ser mais pessoal, porém... vcs entenderam.
E por que alguém precisaria ler um texto sobre um tema qualquer? por que alguém pediria um texto sobre um tema qualquer?
As próximas perguntas poderiam ser "por que alguém precisa ler afinal?" ou "por que as pessoas compram romances?", mas minha idiotice já chegou ao ápice hoje...
Não sou nenhum Luis Fernando Veríssimo, mas tem gente lendo minhas bobagens. Posso dizer q estou feliz.

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Crédito

Eu poderia resumir minhas crenças em uma negação, mas o desafio proposto por Raposa consiste numa afirmação. Portanto, aqui vão minhas convicções.
Eu acredito q a humanidade é resultado de um acidente cósmico. Eu acredito q o cosmos é um acidente em si. Acredito q os seres racionais são fruto de uma irracionalidade. Paradoxalmente, acredito no poder da razão e da lógica.
Creio na inexistência de uma força criadora. Ainda assim, creio numa humanidade civilizada, senhora de si e ciente da necessidade de paz em prol da própria subsistência.
Finalmente, acredito na liberdade de expressão. "Não concordo com o q tu dizes, mas defenderei até a morte o direito de dizeres", já dizia o cristão Voltaire.